terça-feira, 28 de maio de 2013

Sono excessivo

  Ontem fui na nova psicóloga. Mais uma entrevista. Ela me pareceu simpática. Só não curti muito ela ser da linha psicanalítica, mas vou dar uma chance pra ela. Vou mais algumas vezes pra ver se dá certo. Se eu sentir que está me ajudando, daí eu continuo.
  O problema atual meu está sendo o excesso de sono. É tanto que acabo dormindo a maior parte do tempo. Isso me chateia, pois eu queria muito ter energia para arrumar meu quarto que mais parece ter explodido uma bomba nuclear nele. :/  Preciso lavar os cabelos mais frequentemente, só que esse frio não está ajudando. Amanhã eu TENHO que dar um jeito, pelo menos no cabelo, porque vai ter um "chá de lingerie" de uma amiga minha que está para casar e vai ser aqui. Tem que deixar a casa toda limpa e arrumada. Ai misericórdia, eu preciso ficar alerta e com energia amanhã!!!!!!!! Alguém aqui sabe alguma de alguma coisa que ajude? Menos café, porque me dá sono. O.O'

terça-feira, 21 de maio de 2013

MPP - Melhora Pré Psiquiatra

  Ontem foi dia de ir ao psiquiatra. Ele me passou outra medicação, mas pra não sofrer muito com a abstinência medicamentosa, ele me passou outro remédio que vou tomar por duas semanas antes de começar a tomar o citalopram. É uma versão bem mais fraca do remédio que estou tomando agora. Vou começar a tomar no sábado. Ele já me alertou que eu vou ficar pior da depressão.
  Depois que marquei com outra psicóloga, a secretária da anterior resolveu ligar. Sinto muito, já estou em outra! Eu tinha gostado muito dessa primeira, mas essa falta de constância não dá certo.
  Hoje já acordei desanimada. No momento estou com vontade de chorar. Acho muita coincidência ser logo um dia após a consulta com o psiquiatra. Será que é o efeito "pré-psiquiatra" passando? Começo a achar que sim. Não faço ideia de como isso acontece e por quê. Só sei que é assim. Umas duas semanas antes de me consultar com o médico psiquiatra eu melhoro da depressão, mas depois da consulta eu fico mal outra vez. Alguém aqui já passou por isso? Duvido muito, mas não custa perguntar.
  Estou ouvindo agora músicas bem agitadas e dançantes pra ver se me animo a arrumar meu quarto. Amanhã tenho cliente, e não quero atender na sala outra vez. Não acho muito profissional... Ai ai, vamos lá, viver um dia de cada vez. Aprender a conviver com essa tristeza química, que não condiz em nada com o que sinto lá no fundo do meu coração.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Um pouco sobre essa Flor que vos escreve

De uma maneira ou de outra eu acabo falando mais sobre quem eu sou nos comentários que faço nos blogs que acompanho... Como um que escrevi numa postagem da Tulipa Vermelha.
Já que não escrevi um "quem sou eu" aqui no blog AINDA (¬¬'), vou dar um ctrl+c e ctrl+v do tal comentário nessa postagem, e quando eu perder a preguiça, sento e escrevo uma descrição completa :)
~ * ~

"Deus é o sentido do meu viver. Eu sei que Ele me quer viva (ou então eu não estaria mais) e que tem um plano para mim, mesmo que eu não saiba os detalhes. Como diria a autora de vários livros, Stormie Omartian: 'Deus [...] chama-me a enveredar por novos caminhos, quando eu preferia permanecer em terreno conhecido. Chama-me a encarar desafios difíceis - físicos, mentais e emocionais. Chama-me a realizar o que sou incapaz de fazer por mim mesma, sem Seu poder. Cada vez que Ele me pede o que sei que não sou capaz de realizar por minha própria força, vislumbro apenas dois ou três passos adiante, enquanto o resto do caminho permanece mergulhado na escuridão.'

Agora quanto ao preconceito, sempre pensei que a chave para combatê-lo é o conhecimento. Eu trato isso de forma natural e sempre explico, com base em dados científicos, sobre como a doença funciona, como afeta o cérebro e tudo o mais. É claro q encontro pessoas que me julgam. Mas isso sempre vai ter, não só em relação ao transtorno bipolar. Infelizmente isso é natural do ser humano, pensam irracionalmente: "não entendo, não conheço, logo não existe". Me sinto como uma porta-voz dessa doença, sinto como sendo meu dever. Se eu mesma tiver preconceito com minha doença, então todos terão. É chato sim, tenho um casal de vizinhos, amigos da minha família que já me falaram na cara q é tudo frescura, q a solução é me largar em São Paulo que eu aprendo a viver na marra. Eu finjo q não sei, q não ligo e sigo em frente. Aliás os errados são eles de pensar assim, então eu não preciso me condenar. Tento pensar em quantas pessoas já informei, várias pessoas q tinham o transtorno e não sabiam e que hj estão se tratando. Então tudo vale à pena."